Hospital Santa Lúcia foto do Hospital Santa Lúcia



Nefrologia

Foto da sala de dialise

Serviços

1) Clínica médica e Nefrologia;
2) Diálise Peritonial Intermitente;
3) Diálise Peritonial Ambulatorial Contínua;
4) Hemodiálise, Hemofiltração, Hemoperfusão, Plasmaférese;
5) Biópsia renal guiada por ultrassom;
6) Transplante renal;
7) Avaliação Metabólica para cálculo renal.

Equipamentos

1) 23 máquinas da Althin, individuais, de proporção, com monitores de pressão arterial e outros;
2) 1 Máquina da Althin para atendimento a pacientes agudos;
3) Osmose reversa no tratamento da água utilizada.

Capacidade


Equipe


O Serviço de Nefrologia do Hospital Santa Lúcia está sob a responsabilidade da Clínica de Doenças Renais de Brasília - CDRB- há 15 anos. Ao longo destes anos, além da experiência acumulada, a CDRB vem se modernizando, de tal forma a alcançar um nível de qualidade considerado padrão de excelência.

Atualmente, possui um corpo clínico de seis nefrologistas (Dr. Evandro Reis da Silva Filho, Dra. Maria Letícia Cascelli de Azevedo Reis, Dra. Gracy Ara Ferreira Almeida Neri, Dra. Neila de Fátima Araújo, Dra. Alda Cecília Gomes de Freitas, Dra. Lisya Márcia de Melo Leite), três enfermeiros, vinte e dois técnicos de enfermagem, suporte psicológico, nutricional e assistente social.

Os médicos são atualizados constantemente, através de reuniões semanais, onde são discutidos artigos recentemente publicados pela literatura internacional, além da participação em congressos nacionais e internacionais. Os paramédicos participam de reuniões mensais para reciclagem.

A Unidade de Diálise conta hoje com 22 máquinas da Althin Medical Incorporation, modelo System 1000, individualizadas, fornecendo uma sessão de hemodiálise segura e de alta eficiência.

Além da Hemodiálise convencional, são realizadas outras modalidades dialíticas, como Hemofiltração, Hemoperfusão, Plasmaferese, Ultrafiltração, Diálise Peritoneal Interminente e Ambulatorial Contínua. Portanto, há suporte para atendimento de pacientes com quadros nefrológicos agudos e crônicos.

Essas máquinas de diálise são equipadas com monitores intrínsecos, com aferição contínua dos parâmetros almejados pelo médico. São máquinas de proporção volumétrica, ultrafiltração volumétrica e controle eletrônico digital. Os parâmetros de tratamento são exibidos num visor fontral e o controle do operador é feito através de toque interativo com a tela (visor); isto torna a máquina fácil de ser manuseada, sem deixar dúvidas nos procedimentos.

Possuem um sistema automático de autoteste, antes do início de cada sessão de diálise. Isso garante que toda monitorização essencial e funções de alarme sejam testados antes do início de cada tratamento do paciente. Esse autoteste automático elimina o risco do ser humano, porventura cansado, esquecer de realizar as checagens na máquina necessárias àquela sessão.

Um dos maiores problemas com os tratamentos dialíticos atuais é a não execução da prescrição médica. A máquina possui um sistema que repassa os dados previamente prescritos para determinado paciente, permitindo que, sempre que se fizer necessário, o médico possa aferir o que foi realmente oferecido ao paciente.

Para que um procedimento dialítico se faça com qualidade total, a água que supre esse sistema deve estar isenta de quaisquer contaminantes. Visando tal objetivo, a CDRB possui um sistema de tratamento da mesma, através de osmose Reversa, método mais moderno no que tange à hemodiálise. Com isso, evitamos a ocorrência de complicações agudas e crônicas decorrentes da exposição prolongada aos contaminantes da água (cloramina, ferro, alumínio, estrôncio, toxinas bacterianas etc.).

Dispõe, também, de rigoroso controle sorológico de seus pacientes (quanto a hepatites B, C, HTVL, HIV). A diálise é um processo onde a composição de substâncias "tóxicas"contidas no sangue dos pacientes nos quais o rim não está funcionando adequadamente é alterada pela sua exposição a uma segunda solução, isenta de tais substâncias, mas rica de "nutrientes". Isso é feito através de uma membrana semipermeável (filtro de diálise).

Didaticamente, essas substâncias retidas no sangue do paciente, levam o mesmo a sentir-se fraco, com sensação de mal-estar, falta de apetite, náuseas, desorientação, podendo até chegar a um estado de coma. Através da diálise, esse sangue seria "clareado", devolvendo ao paciente sua qualidade de vida. Daí a importância de máquinas adequadas para realizar tal procedimento, o qual implica em manuseio com o sangue dos pacientes e seus riscos.

O Serviço está reiniciando seu programa de Transplante Renal, com uma programação de um transplante semanal.


Rigoroso controle sorológico, bioquímico e hematológico da Unidade


A unidade de hemodiálise foi reequipada com máquinas totalmente informatizadas com dispositivos para detecção de ar, sangue, desinfecção automática química e térmica, monitor automático da pressão, bomba de heparina contínua e punção única, proporcionando mais qualidade, segurança e eficiência no tratamento.


Individualização do tratamento


A sessão de hemodiálise é preparada individualmente, de acordo com as necessidades de cada paciente. A aferição contínua da eficiência dialítica proporciona melhor qualidade de vida.


Diretor Técnico:
Dr. Evandro Reis da Silva Filho
Diretora Científica:
Dra. Maria Letícia Cascelli de Azevedo Reis


Hospital Santa Lúcia
SHLS Quadra 716, conj.C
70.390-700 Brasília-DF - Brasil
Tel: (061) 445 0000
Nefrologia: (061) 245-7631/7831



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