A Viagem Fantástica por Dentro do Coração: Uma Aposta na Prevenção

Ao conhecer os recursos e sensações do projeto Mega Heart, onde um coração gigante é centro da campanha pela prevenção de doenças, o Dr. Lázaro Miranda, cardiologista do Hospital Santa Lúcia, não precisou de um minuto para resumir: “É A Viagem Fantástica diante de nossos olhos”. A lembrança do cardiologista faz referência ao longa-metragem norte-americano de 1966. Na obra, estudos de laboratório tornaram possível encolher cientistas e injetá-los no organismo humano em uma espécie de submarino no tamanho de um comprimido.

 

 

A referência faz todo sentido. Desde a última terça-feira, os brasilienses podem experimentar algo parecido com o tema da ficção. Um coração gigante está aberto para visitação no Brasília Shopping, e o passeio pode ser surpreendente. “É um órgão que está doente. Uma válvula sadia, a outra não; uma coronária normal, a outra obstruída por placa de gordura ou trombo. O convidado poderá compará-las e conhecer os fatores de risco que causaram a doença”, esclarece o médico.

 

 

Esta foi a primeira vez que o coração saiu dos Estados Unidos. O objetivo do Hospital Santa Lúcia, unidade do Grupo Santa, ao investir na longa viagem da peça através dos continentes é aumentar a conscientização do público a partir de uma experiência bem próxima da realidade. Ao ver a anatomia das lesões por dentro do coração, é possível estimular o conhecimento, o que gera impacto positivo e mudança de hábitos. Esta é a aposta dos profissionais envolvidos, já que nem todos os pacientes se sensibilizam diante da necessidade de mudar seus hábitos de vida para melhorar a saúde e evitar o surgimento de doenças cardiovasculares. “O paciente que passou por um problema como infarto tende a aceitar as mudanças, mas o mesmo não acontece com aqueles que estão sob risco, mas não tiveram problemas mais sérios. Levar visitantes para um passeio pelo ventrículo e mostrar as doenças à quais ele pode estar sujeito é um meio mais fácil, inovador e impactante de conscientizar do que a conversa no consultório”, destaca o Dr. Lázaro.

 

 

Dados da Organização Mundial da Saúde revelam que a cada dólar investido em prevenção, outros quatro deixam de ser gastos em procedimentos mais complexos, como remédios, cirurgias e internações. Além do aspecto econômico, ajudar a sociedade a prevenir-se, evitando mortes precoces, é uma ação de responsabilidade social. 

18/10/2014
   |   Fonte: Ascom - Grupo Santa

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