Alergias, viroses e infecções respiratórias são frequentes durante o verão

O verão é a estação mais quente e, por isso mesmo, uma das mais esperadas por muitos brasileiros. É tempo de tomar sol, banho de piscina e mar, de viajar e aproveitar para praticar atividades ao ar livre. Mas, apesar de toda a boa energia associada a esta época, ela também traz consigo alguns perigos para a saúde.

 

Neste período do ano, as variações climáticas constantes provocadas pelo calor e pelas chuvas favorecem o desenvolvimento de diversas doenças do trato respiratório, como as alergias, além de viroses e infecções das vias áreas. Os mais suscetíveis a esses problemas são as crianças e os idosos, como alerta o otorrinolaringologista do Hospital Santa Lúcia, Jaime Siqueira.

 

“Populações em situação de saúde mais frágil como a infantil, que ainda estão desenvolvendo suas defesas imunológicas, e a de idosos, cuja imunidade tende a diminuir naturalmente, são as mais atingidas por doenças provocadas por mudanças bruscas de temperatura e umidade. Pessoas com alergias ou com baixa imunidade também correm mais riscos”, revela o especialista.

 

De acordo com ele, essas condições, somadas aos gases poluentes dos veículos e às substâncias produzidas pelo crescimento da vegetação, como o pólen, contribuem para formar o conjunto de fatores que pode despertar alergias e causas viroses e infecções respiratórias.

 

“Por isso, é importantíssimo manter o corpo hidratado, bebendo entre 2 e 3 litros de água por dia, tomar cuidado com os horários de exposição ao sol, dando preferência ao início da manhã e ao final da tarde, além dos cuidados com a higiene pessoal, reforçando o hábito de lavar as mãos, por exemplo”, detalha Jaime Siqueira. “O uso de soro fisiológico nasal também auxilia a evitar essas doenças porque mantém as vias aéreas hidratadas”, acrescenta.

 

Sintomas como tosse seca e permanente, garganta arranhando, irritação nasal, coriza, febre e mal-estar, entre outros, são importantes sinais de alerta e devem ser tratados com o auxílio de um médico especialista.

 

“É essencial evitar a automedicação. Ela traz riscos porque o indivíduo pode estar tratando algo desnecessário ou deixando de tratar o que realmente é preciso”, alerta o médico. “Além disso, cuidados errados em um quadro de alergia possibilitam que ela predisponha o organismo a quadros infecciosos. Então, o recomendado é procurar atendimento médico”, reforça Siqueira.

 

O tratamento do paciente deve ser recomendado após a avaliação individual do caso e pode incluir desde antialérgicos até o uso de antibióticos, nos casos de infecção. Para quaisquer situações, o Hospital Santa Lúcia dispõe de um serviço qualificado de Otorrinolaringologia, com pediatras e clínicos, além de infraestrutura adequada para a realização de todos os exames diagnósticos necessários.

 

13/02/2017

Instalações

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