Dia Mundial do Rim

No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas possuem algum tipo de disfunção relacionada ao órgão

 

As disfunções renais fazem parte da rotina de aproximadamente 10 milhões de brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), problema gerado, em muitos casos, pelo hábito alimentar e falta de hidratação do paciente. Para se chegar ao diagnóstico, são verificados parâmetros clínicos e laboratoriais, dentre eles a rotina dos níveis de ureia, creatinina sérica e de sua depuração, descobertos por meio de exame de urina.

 

Os males renais mais comuns são infecções do trato urinário e cálculo renal. Os sintomas são muito parecidos, incluindo dor, queimação e dificuldade ao urinar, sensação de bexiga cheia, ir diversas vezes ao banheiro (principalmente à noite), aspecto sanguinolento e espuma na urina, inchaço ao redor dos olhos e dores lombares, próximo da localização dos rins. As doenças renais ainda podem ser assintomáticas, associadas a outros males como a hipertensão e o diabetes.

 

 

Os casos em que o paciente esteja em situação de diálise ou transplante, geralmente, são indicados quando a filtração glomerular do órgão for igual ou inferior que 18 ml/m e o paciente apresentar sinais de declínio funcional nos últimos 6 a 12 meses. O transplante é a terapia de substituição renal, cujo grande limitador é a rejeição, a qual pode ser mediada por reação celular ou humoral.  

 

 

De acordo com balanço do Ministério, em 2012 o Distrito Federal contabilizou 104 transplantes de rim, quase 58% a mais que no ano anterior. Ainda segundo o governo, 79,5 mil pacientes são mantidos em serviços de diálise na rede pública de saúde. Habilitado há mais de oito anos pelo Ministério da Saúde para realizar transplantes de rim, o Hospital Santa Lúcia vem ampliando seu trabalho para aumentar o número de captações do órgão para doação.

 

 

Para manter a saúde dos rins

Alguns hábitos podem manter os rins em melhor funcionamento e por mais tempo sem apresentar complicações. A principal delas é a ingestão diária de aproximadamente oito copos com água ao longo do dia, principalmente na época de baixa umidade ou durante a prática de atividade física nos períodos de intenso calor. A mudança alimentar deve ser aliada a rotina de checkup, com exames de urina e pressão anuais, além de realizar exames de sangue para verificar das taxas de glicose, ácido úrico, colesterol e triglicerídeos.

 

 

Outra atitude importante é evite fumar e moderar no consumo de bebidas alcoólicas, e manter uma atividade física regular. Qualquer mudança de cor/aspecto da urina, associados aos sintomas de fraqueza, desânimo, náuseas e vômitos matinais, procure um nefrologista.

10/03/2014
   |   Fonte: Equipe do Site

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