HOSPITAL NÃO É LUGAR DE CRIANÇA

Pais devem ficar atentos ao levarem seus filhos para visitas a pacientes internados em ambientes hospitalares para evitar transmissão de doenças e riscos iminentes de acidentes 

 

 

Hospitais são locais que acolhem pessoas doentes que precisam de cuidados médicos. Por isso, são propícios a hospedar bactérias, vírus, fungos e muitos outros agentes que podem ser transmitidos de uma pessoa para outra. Crianças menores de 12 anos possuem o sistema imunológico, isto é, a defesa contra esses micro-organismos causadores de doenças, mais frágil que o dos adultos, portanto correm mais riscos de adquirirem enfermidades.

 

 

 
“Não é prudente deixar as crianças expostas em corredores e recepções de hospitais — exceto no caso em que ela for a paciente — devido aos riscos de contraírem doenças  infectocontagiosas. Também não é recomendável que elas realizem visitas constantes aos pacientes internados. O ideal é esperar pelo processo de alta”, explica a enfermeira Lívia Paulino Leite, especialista em controle de infecção hospitalar.

 

 

 

Como a grande parte das doenças infectocontagiosas são transmitidas pelas vias respiratórias, o ideal é nunca levar crianças aos hospitais, apenas em casos específicos. Na opinião da enfermeira, os pais devem avaliar de maneira sensata se a visita dos filhos a um parente no hospital é realmente imprescindível. “O ideal é deixar a criança sob os cuidados de parente ou amigos em casa”, observa.

 

 

 

Se não houver outra opção, a sugestão é que a criança, ao visitar um paciente internado, seja breve, não permanecendo muito tempo dentro da instituição. “A idade mais segura para que as crianças visitem um paciente internado é a partir dos 12 anos nos quartos e acima de 15 para leitos das unidades de terapia intensiva (UTI)”, afirma Lívia Leite.

 

 

 

 

Algumas sugestões são bem-vindas para o caso da visita de uma criança ao ambiente hospitalar:

 

  • Máscara simples deve ser utilizada pelo menor durante toda a sua permanência no hospital, principalmente nos casos de visita a parentes com risco de infecção por via respiratória.
  • A higiene das mãos é fundamental. Os pais devem orientar os filhos sobre a importância do uso de álcool em gel, disponíveis nas dependências da instituição, após o contato com superfícies e pacientes.
  • Não permita que as crianças corram pelos corredores e falem em voz alta. Elas devem saber que estão dentro de um ambiente onde o silêncio é de fundamental importância para a recuperação dos pacientes. 
  • Oriente as crianças para não tocar em objetos e medicamentos. Elas são curiosas por natureza e geralmente querem pegar tudo ao seu alcance, correndo o risco de contrair alguma doença ou mesmo se ferirem. 
19/05/2014
   |   Fonte: revista Sua Saúde

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