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14 de September de 2013

Hospital Santa Lúcia é o único do DF a realizar todas as etapas do transplante de medula óssea

Todas as fases do procedimento são realizadas na unidade de saúde, que conta com equipe especializada, estrutura e segurança assistencial

 

 

O transplante autólogo de medula óssea é uma modalidade de tratamento essencial para pacientes com doenças onco-hematológicas. Ele é fundamental nas etapas que tratam casos de Linfomas de Hodgkin e Linfomas Não Hodgkin que não responderam aos tratamentos quimioterápicos iniciais ou que voltaram a aparecer após algum tempo de remissão. É também essencial para a maioria das pessoas com mieloma múltiplo com idade abaixo de 70 anos. Atento à tendência, o Santa Lúcia está credenciado junto ao Ministério da Saúde para efetuar o procedimento. O Hospital é o único no Distrito Federal a realizar todas as etapas necessárias para sua execução, oferecendo atendimento integral ao paciente oncológico. O processo do transplante consiste em coleta de células-tronco, congelamento e armazenamento desse material, processamento e transfusão.

 

 

O Hospital Santa Lúcia conta também com um dos centros oncológicos mais completos do Distrito Federal e oferece os mais modernos tratamentos à população. No caso do transplante autólogo, o método mais utilizado para a coleta das células-tronco é via sangue periférico. Para isso, o paciente recebe uma medicação que induz o grupo específico de células-tronco a sair do interior da medula óssea. Assim, o material passa por um equipamento capaz de separá-las das demais. Depois de colhidas, elas são preservadas vivas através de congelamento, em equipamento próprio do Hospital, até o momento da infusão. Esse procedimento dura em torno de três a quatro horas, sendo que a coleta pode ser feita mais de uma vez até que se atinja o número mínimo de células progenitoras para a realização de um transplante seguro.

 

 

De acordo com o Dr. Rodolfo Kameo, hematologista do Hospital Santa Lúcia, o grande diferencial está no acompanhamento oferecido durante o tratamento. “Aqui nós participamos de maneira ativa de todas as etapas junto ao paciente, desde o diagnóstico até os momentos mais delicados, como o próprio transplante”, ressalta. A equipe envolvida é formada pelos mais diversos especialistas, como hematologistas, hemoterapeutas, biólogos e biomédicos, além de profissionais treinados das áreas de terapia intensiva e enfermagem. Para maior segurança assistencial, o Hospital conta também com uma Unidade de Terapia Intensiva adaptada para o isolamento de pacientes recém-transplantados. O cuidado é necessário porque, nesses casos, a imunidade do paciente tende a diminuir tanto durante quanto após a realização do procedimento.