Mamografia ajuda a reduzir mortalidade em casos de câncer de mama

Diagnóstico precoce aumenta o índice de cura da doença

 

 

O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). No Brasil, as taxas de mortalidade continuam elevadas, porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados devido à não realização de check-up de rotina. Hoje, os fatores de risco do câncer de mama em 80% dos casos são ambientais (consumo de álcool, tabaco, sedentarismo e obesidade) e apenas 20% por histórico familiar.

 

 

A mamografia é o principal exame para identificar a doença e, a partir dos 40 anos de idade, as mulheres devem realizá-lo anualmente. Aquelas que apresentam fatores de riscos ambientais associados à biopsia mamária com alterações, histórico de mutações dos genes BRCA 1 ou 2 e casos da doença na família — tanto na mama como no ovário — devem fazê-lo a partir dos 35 anos. “O exame é tão importante que, ao ser realizado antecipadamente, pode reduzir a taxa de mortalidade em até 36%. Toda mulher que apresente um nódulo ou alguma imagem suspeita deve realizar uma biópsia para averiguação”, alerta Patrícia Schorn, oncologista, coordenadora do Centro de Oncologia do Hospital Santa Lúcia.

 

 

A menopausa tardia e a menstruação precoce também são preocupantes, já a amamentação e a gravidez são benéficas. “As mulheres que não amamentam têm uma tendência maior à doença. Quanto mais tarde a gestação, maiores as chances da manifestação do câncer”, complementa a especialista. Ainda segundo Schorn, por falta de comprovação científica, o uso de anticoncepcionais e a terapia de reposição hormonal não são considerados fatores de risco para a doença. 

11/01/2014
   |   Fonte: Informe Publicitário - Revista Veja Brasília

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