NO OUTUBRO ROSA, A CHANCE DE VENCER A LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

A campanha está no mundo inteiro. De portais na Internet ao esporte, a referência à saúde ganhou o rosa como símbolo. Até nos jogos do violento Futebol Americano o alerta contra o Câncer de Mama está presente. Nos Estados Unidos e na Europa as iniciativas de conscientização começaram há décadas e o resultado vem sendo colhido com a queda no número de mortes a cada ano. No Brasil o efeito ainda não é significativo e somente em 2014 são esperados 15 mil óbitos por causa da doença. Para a Dra. Patrícia Schorn, oncologista do Hospital Santa Lúcia, todo investimento em prevenção é válido: “O diagnóstico precoce pode resultar em até 90% de chance de cura. A mamografia periódica é fundamental e precisa ser universalizado”.

 

Para as mulheres que não tiveram filhos ou engravidaram depois dos 30 anos, as que não amamentaram e as que menstruaram com menos de 12 anos de idade, o risco é maior. A probabilidade aumenta em caso de tabagismo e histórico familiar da doença: “Essas mulheres devem realizar mamografia a partir dos 35 anos. As demais podem iniciar aos 40”, reforça a médica. Infelizmente, a maior parte das pacientes passa pela retirada do câncer com perda de parte do seio. Atualmente, todos os convênios e o SUS — Sistema Único de Saúde — já estão obrigados a fazer a cirurgia plástica de reconstrução mamária imediatamente à extração do tumor. Após a remoção do câncer pode ser iniciada a quimioterapia e a radioterapia. O ideal é um acompanhamento multidisciplinar.“No Hospital Santa Lúcia temos um trabalho conjunto de radioterapeuta, oncologista, mastologista, cirurgião plástico, fisioterapeuta, nutricionista e psicólogo. É o procedimento padrão, sem custos adicionais para os pacientes”, esclarece Dra. Patrícia.

01/11/2014
   |   Fonte: Ascom - Grupo Santa

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