Qual a importância da radiocirurgia para o tratamento da malformação arteriovenosa (MAV)?

Considerada uma doença rara causada por defeito do sistema circulatório, a malformação arteriovenosa (MAV) pode aparecer em várias regiões do corpo. Se localizada na região cerebral, o paciente corre sérios riscos, como hemorragias cerebrais, crises convulsivas, perda de coordenação motora, problemas de linguagem ou compreensão, entre outros.

 

A depender de cada caso de MAV, existem três tipos de tratamentos: cirúrgico (com abertura craniana); embolização (por meio de cateter femoral ou radial para conter sangramentos); e radioterapia, que inclui a radiocirurgia, técnica não invasiva que usa sistema de coordenadas espaciais para localizar mais precisamente as lesões.

 

A Radioterapia do Santa Lúcia já realiza radiocirurgias para diversas doenças do sistema nervoso central, mas, em julho, tornou-se a única instituição no Distrito Federal a disponibilizar a técnica no combate às malformações arteriovenosas. O serviço dispõe de equipe multiprofissional altamente capacitada e estrutura composta por equipamentos de última geração, como o acelerador linear com cabeçote micro multileaf, que delimita o campo de irradiação em um foco específico, de forma a preservar áreas próximas da MAV. 

 

 

Dr. Luiz Gustavo Guimarães – CRM – DF: 15609

Radioterapeuta

 

 

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12/08/2012
   |   Fonte: Informe Publicitário- Correio Braziliense

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